Não existe app para isso
Quando criança, conheci pessoas que assistiram televisão o tempo todo. O televisor ficava ligado até durante as refeições. Elas achavam divertido. Os noticiários, dramas e novelas pareciam mais interessantes do que a sua própria vida. Mas, quanto mais assistiam, mais entediadas ficavam. A mesma televisão que as conectava ao mundo exterior também as encolhia. Tornavam-se zumbis, incapazes de manter uma conversação porque não tinham o que falar.
Hoje, conheço pessoas sempre conectadas que vivem on-line, surfando pela internet, verificando e-mails e lendo mensagens. Raramente conversam, absorvidas em notícias ou vídeos exibidos em seu dispositivo móvel. Seu celular está sempre ligado - até durante as refeições.
Essa tecnologia exige mais do que assistir televisão, mas não nos esgota menos. Entramos on-line porque nos estimula; contudo, quanto mais tempo surfamos, menos interessantes ficamos. Tente conversar com alguém ocupado ao celular. Não há muito o que dizer e, de qualquer modo, você será interrompido.
A tecnologia atual está produzindo pessoas superficiais, e isso é um problema para o ensino do evangelho. Jesus disse que veio para que tenhamos vida completa (EU vim para que tenham vida, e a tenham com abundância. João 10:10). Mas o que isso significa para pessoas que raramente pensam além de sua própria mensagem?
As soluções são difíceis. Não queremos eliminar a tecnologia, mas precisamos usá-la com equilíbrio.
Texto de Mike Wittmer.
“Portanto, prestem atenção na sua maneira de viver. Não vivam como os ignorantes, mas como os sábios. Os dias em que vivemos são maus; por isso aproveitem bem todas as oportunidades que vocês têm. Não ajam como pessoas sem juízo, mas procurem entender o que o Senhor quer que vocês façam.”
Efésios 5:15-17

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